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Para a maioria das
famílias, apenas uma criança não é suficiente.
(A taxa de fecundidade (média de filhos por mulher) que era de
6,2 em 1940, passou para 4,3 em 1970, para 2,6 em 1991 e está agora
em 2,3. Nos países desenvolvidos, essa taxa situa-se atualmente
em 1,3 (Itália, Alemanha etc.) e 2,0 (Estados unidos, Suécia
etc.). No Brasil, desde a década de 80 até os dias atuais
os métodos anticoncepcionais mais utilizados são a esterilização
(laqueamento das trompas) e a pílula.)
A decisão em se ter um segundo filho, é para os pais um
assunto a ser considerado apenas se for para beneficiar o primeiro filho
e não somente seguindo os desejos da mãe ou do pai. Muitas
pessoas acreditam que uma criança precisa de um irmão para
crescer junto e dividir experiências. Um dos medos que mais pesam
na decisão dos pais é que sendo um filho único, ele
pode vir a ser egoísta e mimado.
Mas, há um fato interessante. Um estudo realizado por Bill McKibben,
escritor, mostrou que crianças que não teem irmãos
tem tendência a ir melhor na escola, especialmente em ciências,
matemática e literatura, teem mais amigos e são mais flexíveis.
Talvez um fato a ser levado em consideração.
Leia também Você
está pronta para outro filho?,
nesse artigo você verá
o que é importante considerar na hora de decidir por uma segunda
gravidez.
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