É Gratuito, é Divertido e Seguro!
Menu Principal




  Há 224 Usuários online: 17 Registrados e 207 Visitantes



Pré-eclâmpsia

Pré-eclâmpsia

O que é?
(também conhecida por Toxemia e, quando o quadro é acrescido de convulsão e coma constitui-se a eclâmpsia).
É caracterizada por hipertensão (alta pressão arterial), edema (retenção de líquidos) e proteinúria (presença de proteína na urina). Se manifesta na segunda metade da gravidez (após a 20a semana de gestação) e pode evoluir para convulsão e coma mas essas condições melhoram com a saída do feto e placenta.
No meio médico, o termo preferivelmente usado é MHEG - Moléstia Hipertensiva Específica da Gravidez. O termo toxemia, apesar de consagrado, não é tão fiel, pois nunca se demonstrou a existência de uma toxina que levasse a esta moléstia.
A pré-eclâmpsia pode ser leve ou severa (grave). Porque a pré-eclâmpsia pode severamente restringir a circulação sanguínea para a placenta, o bebê pode ser perigosamente afetado. Se não tratada, a pré-eclâmpsia pode se desenvolver em uma eclâmpsia, o que pode ser ainda mais perigoso tanto para a mãe quanto para o bebê.
A retenção de líquidos ocorre porque a toxêmica tem menor capacidade de excretar sódio e portanto, o retém, mesmo sob dietas hipossódicas.


Quais os riscos?
Em cerca de 10% das gestações há a incidência de moléstia hipertensiva, em sua maioria, na forma de pré-eclampsia. Assim, para cada 1.000 gestações há 100 gestantes com pré-eclâmpsia (a maioria leve) e uma com eclâmpsia.
A ocorrência também fica mais restrita à primeira gravidez e, embora você possa desenvolver a pré-eclâmpsia mesmo que nunca tenha tido problemas de hipertensão antes, você está em maior risco se já tinha problemas de pressão alta antes da gravidez ou se há casos em sua família.


Como prevenir?
A pré-eclâmpsia é relativamente rara e embora não há exatamente como se prevenir, o que você pode fazer é assegurar que está tendo bons cuidados pré-natais para detectar o problema ainda nos primeiros estágios e receber um tratamento. Na verdade, os testes de urina e a medição de sua pressão ao longo da gravidez é para detectar problemas como este.

Como tratar?
O tratamento da pré-eclâmpsia leve resume-se em repouso, de preferência em decúbito lateral esquerdo (acredita-se que essa posição ajuda na circulação sanguínea para o útero e rins) e pouco sal (6g ao dia). Não é aconselhável o uso de diuréticos e hipotensores.
Em muitos casos, a pressão arterial volta ao normal com esse tipo de tratamento clínico. O repouso pode ser em casa em alguns casos mas em outros é necessário que seja no hospital.
Caso a pressão arterial não abaixe é necessário a observação em leito hospitalar com o objetivo de permitir que a gravidez continue até que o feto esteja em condições (maturidade e peso) para ser extraído, constituindo o tratamento obstétrico. Esse se baseia na antecipação do parto, quando próximo ao termo (39 semanas).
Se houver condições obstétricas favoráveis, pode-se induzir o parto, com o descolamento das membranas, a amniotomia e o uso de ocitocina, se necessário, para obter parto por via transpélvica. Caso não haja condições ou resposta adequada à indução, uma cirurgia cesária pode ser utilizada.
O tratamento clínico da pré-eclâmpsia grave é igual ao da eclâmpsia. As pacientes devem estar internadas, fazendo-se uso de anticonvulsivante e medicação antihipertensiva. O tratamento obstétrico é também baseado na antecipação do parto (38a ou 39a semanas) com fórcipe de alívio caso o trabalho de parto esteja presente e avançado ou cesárea, podendo-se utilizar anestesia de condução (a não ser quando as plaquetas estiverem baixas).
Não há evidências de que as mulheres que tiveram pré-eclâmpsia durante a gravidez irão ser hipertensas no futuro, mas se ocorrer hipertensão, será na mesma proporção da população geral e não pela pré-eclâmpsia ou toxemia.

Claramente, a pré-eclâmpsia não deve ser subestimada. Se você notar qualquer sintoma de inchaço excessivo e pressão alta, não hesite em comunicar imediatamente o seu médico. Quanto antes diagnosticada, mais efetivo será o tratamento.
Quanto ao recém-nascido, encontra-se altos índices de prematuridade (80%), muitas vezes motivada pela própria antecipação do parto, e em 30% dos casos eles são pequenos para idade gestacional.

 <<volta



Bebê conforto Produtos para mamãe
Babá eletrônica Corpo e Pele
Berços e cercados Produtos de Beleza
Andador Perfumes Femininos
Jogos de cama Perfumes Unissex
Carrinho Saúde



Artigos dos Usuários
Os mais novos

Felicidade Profissional
Autor(a): ja-já

Tudo para o nosso bebê!!!
Autor(a): claudinha baby

torta alema falsa e torta de bis um verdadeira tentaçao
Autor(a): Hadassa09

Diagnóstico de refluxo gastroesofágico em bebês
Autor(a): lisi_26

Um bom livro... ajuda mamães!
Autor(a): claudinha baby

Sim, nós podemos!!!
Autor(a): sermae28

Como ganhar dinheiro na internet
Autor(a): raul_rds


Artigos dos usuários

Acerte nos brinquedos de seu bebê.
Autor(a): Fernanda Aruh

Estou grávida ! Posso continuar a amamentar meu bebê?
Autor(a): thaispaula

Crianças Hiperativas x Indigos
Autor(a): MARIPOPIS

Bolo de Banana e Falsa Pizza
Autor(a): Lu_Santos

Mãe de coração
Autor(a): negaveia

Programas de turismo em Paraty
Autor(a): profbrenoaguiar

A conversa
Autor(a): kkazinha




Últimas notícias nos Blogs
Os mais novos

Blog: detudoparavceseubebe
NOVIDADES EM MARÇO!!!

Blog: Lening
Corticóides

Blog: Fabima
Sim, homens também fingem o orgasmo!

Blog: cacausp
Limpeza de Pele - Dica e passos

Blog: cacausp
kkkk certificado de virgindade, quer um?

Blog: detudoparavceseubebe
Volto em Março!!!

Blog: Fabima
As unhas podem revelar muito sobre sua saúde

Blog: Fabima
Oito passos para evitar rugas

Blog: Fabima
O que causa os pés de galinha