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Dosagem
hormonal e ultra-som permitem prevenir surgimento da infertilidade
Há um exame simples, baseado em coleta de uma amostra de sangue,
que pode medir a capacidade fértil de uma mulher, ou seja, qual
o seu estoque de óvulos para gerar um filho com seu próprio
material genético.
O hormônio folículo estimulante (FSH) quando dosado no 3o
dia do ciclo menstrual, indica a reserva ovariana da mulher. O resultado
obtido indica com maior precisão essa reserva desde que associado
ao ultra-som abdominal para verificação das dimensões
anatômicas do ovário. Alcança uma margem de segurança,
quando combinados os dois exames, de 80%.
Os valores obtidos durante a medição hormal são inversamente
proporcionais aos resultados, ou seja, quanto menor o valor, maior a reserva
ovariana. Isso ocorre porque o hormônio folículo estimulante
é produzido pela glândula hipófise, no cérebro,
e age localmente no ovário. Este, na presença do folículo,
produz estradiol que, uma vez na corrente sangüínea, inibe
a produção do FSH. Na ausência dele, o estradiol manda
a hipófise produzir mais, num feedback contínuo.
Assim, se o FSH estiver abaixo de 15, há garantia de óvulos
para uma futura fecundação; se apontar 6, está normal
considerando uma gravidez a curto e médio prazos. Mas, se superar
o número 25, a reserva é praticamente inexistente. E, neste
caso, a paciente terá que utilizar óvulo de uma doadora
se desejar um filho.
A Clínica Vida conta com um moderno laboratório de dosagens
hormonais como passo inicial para avaliar as possibilidades reprodutivas
das pacientes. A partir desse diagnóstico preliminar, que inclui
varredura ultrassonográfica do aparelho reprodutor, é possível
prever quais as reais possibilidades de gerar um filho, e qual a melhor
técnica a ser adotada, sempre com o consentimento do casal.
Clínica e Centro de Pesquisa em Reprodução Humana Roger Abdelmassih
Av. Brasil, 1085 01431-000 São Paulo - SP
Tel 55 11 3087-1555
http://www.abdelmassih.com.br
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