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A Síndrome do Respirador Bucal

Uma função nasal adequada garante ao ser humano maior vitalidade, equilíbrio e bem-estar, proporcionando-lhe uma melhor qualidade de vida.
Ao utilizar o nariz, além de usufruir o sentido do olfato, também estamos lançando mão de um elaborado e eficiente mecanismo de filtração, aquecimento e umedecimento do ar inspirado. Desta forma, o ar, ao passar pelas cavidades nasais receberá um tratamento, permitindo-o chegar aos pulmões em condições ótimas.

Portanto, respirar pela boca não significa tão somente estar privado de sentir o cheiro das coisas, mas também, que aquele indivíduo está se privando das funções protetoras do nariz, expondo assim, o seu organismo, a uma série de impurezas e microorganismos, que por sua vez aumentam as chances de se adquirir várias doenças, desde um simples resfriado a pneumonias ou asma brônquica, por exemplo.

Devido às várias causas que podem ocasionar a respiração bucal e às inúmeras conseqüências que podem advir da mesma, o diagnóstico e o tratamento do respirador bucal implicam na necessidade de um atendimento especializado, por profissional experiente e, muitas vezes por uma equipe multidisciplinar.
Deve-se estar ciente de que o nariz não é só um enfeite. Ao adotar uma atitude passiva frente à evidência de um quadro de respiração bucal, muitas pessoas, respaldadas pela afirmação de que “Ah! Mas o pai também é assim!”, estão renunciando ao tratamento de um problema grave e assumindo o risco das complicações que, a partir daí, podem advir.
A respiração bucal crônica gera alterações no crescimento e desenvolvimento dentofacial, principalmente nos primeiros anos de vida.

Sendo a boca integrante de várias funções, as alterações de postura da língua, do tônus muscular e a má-oclusão dentária que ocorrem no respirador bucal vão ocasionar também alterações de fonação, sucção, mastigação, deglutição e mímica facial. O diagnóstico etiológico do respirador bucal é fundamental, porque a correção precoce da respiração bucal pode levar a regressões espontâneas das deformidades dentofaciais, evitando prolongados tratamentos ortodônticos e desgastantes terapias fonoaudiológicas, que nem sempre conseguem chegar a um resultado ideal.

Gustavo Guagliardi Pacheco
www.agpacheco.com


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