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• Ecografia
Exame através de ultra-sons para visualizar os órgãos reprodutores; por exemplo, para monitorizar o desenvolvimento folicular.

• Eixo hipotálamo-hipófise
Estrutura anatômica entre regiões do cérebro e da glândula hipófise que tem a função de regular todo o sistema endócrino.

• Ejaculação
Expulsão do líquido (sêmen) que contém os espermatozóides.

• Ejaculação Retrógrada
Quando o sêmen durante a ejaculação reflui para a bexiga urinária em vez de ser expelido para o exterior através da uretra.

• Ejaculado
Mesmo que liquido seminal (ver sêmen).

• Embrião
Conjunto de células que se formam após a fertilização de um óvulo com um espermatozóide e que é a primeira etapa do desenvolvimento de um ser vivo. O período embrionário termina na 8ª semana depois da fecundação, quando passa a ser denominado de feto.

• Embriões excedentários
Embriões resultantes de técnicas de Procriação Medicamente Assistida que não foram implantados no útero da mulher e, por isso, foram congelados até ser decidido o seu destino.

• Endométrio
Mucosa que reveste a parede uterina, é formado por fibras musculares lisas e estimulado por uma hormona folicular chamada estradiol e pela progesterona produzida pelo corpo lúteo (ovário), tem um aumento na sua espessura por ocorrer divisão celular. Não ocorrendo a implantação, o endométrio descola-se da parede uterina e sai pela vagina, o que chamamos de menstruação.

• Endometrioma ovárico
Também designados por “quistos chocolate” são quistos que se encontram unidos ao ovário e que contêm tecidos do endométrio. Geralmente medem entre 1 cm e 10 cm e são característicos da endometriose.

• Endometriose
Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e que consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga, e parede da pélvis. O principal sintoma é a dor, às vezes muito forte, na época da menstruação.
Dores para ter relações também são comuns.
Dores na bexiga e no intestino, na época da menstruação, também são sinais que devem ser investigados.
Mas muitas mulheres que têm endometriose não sentem nada. Apenas tem dificuldade em engravidar. Por outro lado ter endometriose não é sinônimo de infertilidade, muitas mulheres com endometriose engravidam normalmente. No entanto, 30 a 40 % das mulheres que tem endometriose têm dificuldade em engravidar.

• Endometrite
Infecções do endométrio causadas geralmente por bactérias de transmissão sexual ou pós-curetagem (micoplasma, clamidea, listeria) ou, em casos menos freqüentes, devido a infecções persistentes pelo parasita protozoário toxoplasma ou pelo vírus do colo uterino HPV (vírus do papiloma humano).
Estas infecções impedem a implantação e podem provocar abortamento.

• Epidídimo
O epidídimo (junto aos gêmeos) é um pequeno ducto contornado que fica por trás do testículo, no escroto, na base do canal deferente, condutor do esperma do testículo até a próstata. O epidídimo é tão longo como o testículo, em forma de "C" achatado, junto a um dos lados do testículo. É um sistema tubular complexo que coleta o esperma e o acumula até ser necessário. Depois de ter sido armazenado no epidídimo, o esperma avança através do canal deferente até à próstata, onde se mistura com o sêmen originário das vesículas seminais e move-se pela próstata até a uretra durante a ejaculação.

• Especulo
Aparelho usado no exame ginecológico para que possa ser visualizado o colo do útero, popularmente chamado de “bico de pato”.

• Esperma
É um líquido esbranquiçado que se elimina pela uretra (canal no interior do pênis que também transporta a urina) durante a ejaculação. O sêmen é o resultado de uma mistura de secreções originadas nos testículos, onde se produzem os espermatozóides, com as secreções da próstata, vesículas seminais e glândulas bulbo retrais. Normalmente, cada centímetro cúbico de sêmen contém milhões de espermatozóides, embora a maior parte do volume do sêmen seja formado pelas secreções das glândulas do aparelho reprodutor masculino (principalmente próstata e vesículas seminais).

• Espermatogênese
Processo de produção dos espermatozóides.

• Espermatozóide
Célula reprodutora masculina; o gameta masculino. É uma célula com motilidade ativa, capaz de nadar livremente, e que consiste numa cabeça e numa cauda ou flagelo. A cabeça, que constitui o maior volume do espermatozóide, consiste no núcleo, onde o material genético está muito concentrado.
Os dois terços anteriores do núcleo estão cobertos pelo acrossoma, que, limitado por uma membrana contendo enzimas, facilita a penetração do espermatozóide no óvulo.
A cauda é responsável pela motilidade do espermatozóide e na área intermediária da cauda encontramos os produtores de energia celular. Estes vivem em média 24 horas no tracto genital feminino, porém alguns espermatozóides são capazes de fecundar o óvulo após três dias. Existem dois tipos de espermatozóides normais. Um deles contém o cromossomo X (responsável pela formação de um ser do sexo feminino) e o outro contém o cromossomo Y (responsável pela formação de um ser do sexo masculino).
Para percorrer a sua trajetória, o espermatozóide necessita nadar 11 centímetros por hora (equivalente a um homem atravessar uma piscina de 50 metros em 5 segundos). Geralmente 200 a 500 milhões de espermatozóides são depositados na parte posterior da vagina, e apenas 300 a 500 alcançam o local da fecundação. O tempo desta corrida pode ser de 5 a 45 minutos. O vencedor entra no óvulo (porém a sua cauda não) e é responsável por uma nova vida.

• Espermograma
Exame laboratorial que avalia no sêmen ejaculado o volume, pH, viscosidade, o tempo de liquefação, a concentração, a mobilidade, a morfologia e resistência dos espermatozóides, as infecções e a presença de anticorpos.

• Esterilidade
A esterilidade é a incapacidade para produzir descendência. Uma condição irreversível que impede a concepção.

• Estimulação da ovulação
Processo através do qual os ovários são estimulados – através da administração de medicamentos – a produzir e libertar mais óvulos do que aquele que, normalmente, a mulher liberta.

• Estradiol
Hormona feminina que nivela o desenvolvimento dos folículos, altamente heterogênica que é um álcool esteróide, fenólico, cristalino, branco (C18H24O2).

• Estrogênio
Hormona que estimula o desenvolvimento das características sexuais secundárias femininas e controla o curso do ciclo menstrual, produzida nos ovários. Também é produzido em pequenas quantidades em indivíduos do sexo masculino.

• Estudo hormonal
Exames solicitados para avaliar a produção das hormonas.

• Estufa
Equipamento necessário para que ocorra o desenvolvimento dos pré-embriões, pois mantém a mesma concentração de CO2, umidade e temperatura do interior das trompas uterinas.


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